Arte de rua e a mídia

Com a mudança na economia e as novas gerações ganhando força, o consumo de artigos e peças de moda, principalmente das marcas de luxo, tem mudado. Com a sede por novas experiências, produtos sustentáveis e com maior durabilidade, tem sido cada vez mais difícil a venda em larga escala. Hoje, o público não quer mais apenas um produto, mas sim, uma experiência que marque suas vidas, algo que tenha uma história. Tendo como foco essa situação, algumas das grandes marcas como Gucci e Fendi entre outras, tem investido em grafiteiros, antes vistos como vândalos, para estampar enormes paredes e prédios nas ruas de Milão, Londres, NY e Paris. Iniciativa que tem facilitado o contato com os mais antenados e cosmopolitas, além de passar uma experiência para o público de forma mais acessível e mais facilmente divulgada pelas redes sociais, fato que tem ajudado muito. Outro ponto importante deste tipo de ação é reforçar a ideia de que grafiteiros não são apenas vândalos e sim artistas. A arte de rua tem crescido muito, mas por conta de uma pequena minoria que usa o grafite para vandalizar construções, era visto de forma depreciativa

De uns tempos pra cá, artistas como Banksy e Mr Cenz, fizeram algumas obras pelas ruas, tentando mudar essa ideia. Atualmente são a maior febre e conseguiram trazer uma visualização maior para esse tipo de arte.

FONTE:  FFW/Wernersocial

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